De onde a IA do chatbot tira as respostas: fontes internas e externas
Quando o chatbot responde uma pergunta que não estava prevista no roteiro de botões, essa resposta não vem "do nada" — ela vem de uma base de conhecimento configurada pela própria empresa. Entender de onde esse conteúdo vem ajuda a decidir o que vale a pena manter atualizado.
Base de conhecimento interna
São artigos cadastrados diretamente no painel, organizados por categoria, com busca em português. Cada artigo pode ficar público (visível pra qualquer atendente e usado pela IA) ou restrito, e o sistema registra quantas vezes cada artigo foi consultado — o que ajuda a enxergar quais dúvidas realmente se repetem.
Fontes externas configuráveis
Além dos artigos digitados manualmente, dá pra conectar fontes externas que alimentam a base automaticamente: uma API REST genérica (com mapeamento de campos configurável), uma lista de PDFs por URL, ou um feed RSS. Cada fonte tem um intervalo de sincronização próprio, então o conteúdo se atualiza sozinho sem precisar copiar e colar manualmente toda vez que algo muda.
O que acontece se a IA não encontra uma resposta boa
Quando não há artigo suficiente pra responder com segurança, o fluxo direciona a conversa pra um atendente humano em vez de arriscar uma resposta genérica ou inventada. A qualidade da base de conhecimento é diretamente proporcional à taxa de resolução automática — uma base rasa gera mais encaminhamento manual, não porque a IA "não sabe conversar", mas porque não tem de onde tirar a resposta certa.
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