Webhooks: como sua empresa recebe eventos do atendimento em tempo real
Consultar uma API pra saber se algo mudou funciona, mas exige ficar perguntando de tempos em tempos — "tem ticket novo?", "esse aqui já fechou?". Um webhook inverte essa lógica: em vez de perguntar, o atendimento avisa sozinho, no momento em que o evento acontece.
O que é um webhook de saída
É um endereço (URL) que a própria empresa configura, apontando pra um sistema seu. Quando um evento configurado acontece no atendimento, uma requisição é enviada automaticamente pra essa URL, com os dados do que ocorreu — sem que ninguém precise consultar nada manualmente.
Quais eventos dá para assinar
Hoje, quatro: ticket criado, ticket fechado, mensagem recebida e ticket atribuído a um atendente. São os eventos mais usados pra disparar uma ação em outro sistema — por exemplo, notificar um gestor quando um ticket é fechado, ou criar um registro em outro software assim que uma nova conversa chega.
Segurança do lado de quem recebe
Cada webhook pode ter um segredo próprio, guardado de forma protegida (nunca em texto puro), usado pra validar que a requisição realmente veio do sistema e não de outra origem. Se o endpoint de destino começa a falhar repetidamente, o webhook é desativado automaticamente — evitando ficar tentando entregar pra um endereço que não está respondendo.
Webhook ou API: qual usar
Não é "um ou outro" — normalmente os dois trabalham juntos. O webhook avisa que algo aconteceu; a API é usada logo depois pra buscar o detalhe completo daquele evento, se precisar de mais dado do que o webhook já entregou.
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